terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ho'oponopono: amo-te, sinto muito, perdoa-me, obrigada!

A técnica de cura Ho'oponopono é um processo de cura e perdão de origem havaina, criada pela tribo Kahunas e cuja palavra que lhe dá nome significa corrigir um erro.

É um dos métodos de auto-cura mais efectivos que existe porque se baseia no amor expressado através da pronuncia de palavras para chegar até ao subconsciente, que é onde residem muitas das memórias que nos despertam sentimentos negativos.

Durante o dia-a-dia lidamos com pessoas que tendemos a condenar por algo que tenham dito ou feito e com as quais não concordámos. O processo de Ho'oponopono parte da tomada de consciência de que realmente fazemos isso e quase inconscientemente. São pensamentos que não controlamos mas que na realidade temos condições de modificá-los.

Este processo baseia-se numa realidade criada por nós, acreditando que o mundo é um reflexo de quem somos e que tudo começa e termina em nós, assumindo que cada um de nós é responsável pelas suas atitudes, sem cair na tendência de culpar ou julgar outras pessoas.

Desta forma, recuperamos a nossa paz interior e equilíbrio nas nossas relações com o exterior. Para conseguir atingir o estado pleno de harmonia entre interior e exterior é preciso ter em mente alguns pensamentos, os quais Ho'oponopono traduz:
 
1. O universo físico é uma realização dos nossos pensamentos.

2. Se os nossos pensamentos forem negativos, eles criam uma realidade física negativa.

3. Se os nossos pensamentos forem positivos, eles criam uma realidade física que transbordará Amor.

4. Somos 100% responsáveis por criar o nosso universo físico como ele é.

5. Somos 100% responsáveis por corrigir os pensamentos negativos que criam uma realidade doente.

6. Não existe exterior. Tudo existe como pensamentos na nossa mente.






 

domingo, 23 de setembro de 2012

Bem-vindos ao espaço Consciência Verde! :)
 
A criação de um blog teve como objectivo servir de meio de comunicação com o Mundo, de modo a defender e argumentar a favor daquilo que acredito ser viver em harmonia e paz conosco próprios e com o Mundo. Ao longo da minha vida tentei algumas vezes procurar a minha verdadeira essência de várias formas, fazendo isso parte dum processo de auto-aceitação.

Esse processo passou inevitavelmente por me tornar vegetariana.

Enquanto seres humanos e ao longo da nossa vida adquirimos e regemo-nos por príncipios e valores e ser vegetariano não se trata apenas de não comer carne, esse é apenas um princípio-base daquilo que é a defesa da vida animal. Nesse campo inclui-se toda a violência e sofrimento provocados deliberadamente a outros seres. Embora compreenda a influência dos hábitos culturais e hereditários, penso que no século em que vivemos e já tendo evoluído em tantos sentidos, continuar a testar produtos em animais reconhecendo o sofrimento que lhes causa, assim como manter tradições sem qualquer  justificação racional e plausível traduzem uma proporção inversa dentro daquilo que se entende como evolução.
 
Na verdade nunca me conformei com a ideia de dever a minha subsistência sacrificando animais e infelizmente existe a tendência de acreditar que defender esses ideais é no sentido de tentar impor as suas ideias ou de converter alguém. Nesse pensamento estará sempre implícito um certo preconceito, e como qualquer tipo de preconceito, este parte da ignorância principalmente por daqueles que acreditam que o consumo de carne é essencial, assumindo-o como dogma e ignorando conhecer mais sobre a filosofia de vida de quem o pratica. Infelizmente, o conformismo desculpa a não procura de alternativas quando sabemos que o consumo excessivo de carne é insustentável ao planeta (e à própria Humanidade). Esse facto confirma a forma antropocêntrica com que lidamos com a Natureza, ignorando o bem-estar das restantes espécies animais (especismo) e do próprio equilíbrio ambiental, como se os restantes seres vivos não existissem pelas suas próprias razões senão para nos servir.
 
Na sociedade onde nos inserimos ser vegetariano ainda é alvo de alguma desconfiança, alguns julgam extremista mas não penso que tenhamos de considerar essa observação negativa, pois na realidade habitamos num Mundo onde a crueldade e desrespeito pelas demais espécies animais é tida como sendo quase "normal". Não poucas vezes o sofrimento que lhes é causado acaba por ser desvalorizado por quem acredita que a defesa dos direitos humanos está em primeiro plano, esquecendo nesse caso que uma causa não anula a outra.
 
Não podemos igualmente  ignorar que as consequências da nossa conduta ao longo do tempo têm-se manifestado em grande escala na saúde das populações e na dinâmica do planeta. Por essas razões, aqui tentarei publicar artigos e toda a informação à qual conseguirei ter acesso de modo a que mais pessoas possam tomar conhecimento e possam tornar o nosso Planeta um pouco melhor, porque a mudança começa em cada um de nós :)